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CSS: Mecanismo de programação que deu cores e formas para a Web

  • 19 dez 2021
  • Felipe Buzzi
  • 2 min
* editado em 19 dez 2021, às 18:30

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São 25 anos de CSS e, para a surpresa dos próprios criadores, a tecnologia ainda é base fundamental para devs novatos e experientes.

Reconhecemos que na web cada tecnologia é desenvolvida para propor uma solução imediata, seu prazo de validade pode ser curto, e logo outra alternativa surge para propor uma perspectiva inédita para o problema. Mas não é por isso que tecnologias dinossauras deixaram de ser relevantes ou úteis, pelo contrário, foram elas que enraizaram conceitos e transformaram o modo que programamos e utilizamos a internet. Existem muitas que merecem esse mérito, mas quem completa 25 anos agora e se mantém como a base estilosa deste corpo digital é o CSS — ou Cascading Style Sheets.

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A saga para desenvolver o CSS não foi muito diferente se compararmos com a criação de outras linguagens e ferramentas. Basta uma série de contribuições da comunidade usuária e dev, frustrada com alguma falta de recurso, para que uma inovação surja no mercado de forma natural. Os primeiros esboços do CSS foram desenhados por volta de 1994 pelo norueguês Håkon Wium Lie em parceria com o holandês Bert Bos.

Naquela época, estilizar componentes na Web já era um desafio imposto, com diversas iniciativas que surgiam para suprir a lacuna existente. Nenhuma proposta até então havia servido como modelo fixo. Estamos falando da década de 90, época em que surgiram os primeiros browsers e a internet ainda engatinhava para desenvolver os primeiros recursos que a deixariam popular.

Uma das primeiras perguntas de um autor novo na Web foi ‘como alterar as fontes e as cores dos elementos’?” Uma breve história do CSS até 2016.

Em 10 de outubro de 1994, Håkon esquematizou a primeira proposta do que viria a ser o CSS. Em um artigo, ainda disponível no acervo da W3 (World Wide Web), ele introduz a necessidade de “aliviar as tensões entre autores e leitores da web, dando a eles um ambiente visualmente (ou auditivo e tátil) rico”. Segundo o documento, haviam três lacunas naquela época que precisavam ser preenchidas pela tecnologia:

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